quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Reflexões vazias e prepotentes

Esperamos nossos reflexos em outros indivíduos, tentando adequá-los às nossas expectativas e valores. Entenda: o indivíduo trabalha com seus propósitos particulares; com seus julgamentos; com seus interesses que condizem com suas necessidades momentâneas, e essas, por sua vez, são transbordadas pelo individualismo premiado. Se vantajoso, ótimo, caso contrário, nem de longe “entrará” como possibilidade.
É um ponto tão crucial contra as perspectivas de uma sociedade harmoniosa quanto aqueles que julgam fanaticamente que o individuo de sucesso é aquele financeiramente seguro, casado, com filhos, uma moradia, um carro e uma conta bancária cada vez mais.
O sucesso particular, de acordo com minha simplória “verdade”, vem da paixão, que naturalmente caminha para o bem-estar que, por sua vez, é consequentemente levado à felicidade.
Ah, sobre a felicidade, esqueça as imposições em massa dos comentários populares. Não precisamos de um amor (podemos interpretar este amor referido como algum companheiro ou companheira) para trazê-lo a nós.
A felicidade é gerada em nosso espírito, naturalmente. Ok, mas então qual o papel de se ter um amor tangível? Simples. Apenas complementar nosso equilíbrio interior que, de forma trabalhosa, conquistaremos por nós mesmos!